A Ética é uma empresa diferente. É uma empresa 100% de Comércio Justo.
Ela não tem compromisso com o lucro e sim com a sociedade. Junto às cooperativas e associações de pequenos produtores, produtoras e ONGs, a Ética trabalha para promover o desenvolvimento sustentável em comunidades menos favorecidas, criando oportunidade de emprego e renda para todos e todas, através da comercialização dos produtos, tanto no mercado interno como no externo.

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Conheça abaixo, um pouco das comunidades apoiadas.

Art Gravatá é uma associação composta por 30 pessoas na cidade de Gravatá, Pernambuco.
Estes artesãos produzem brinquedos pedagógicos que têm como matéria-prima principal madeira e tinta atóxica.
Apesar de existir a 27 anos, ainda não conseguiram firmar-se no mercado.
Com o apoio da Visão Mundial os artesãos do Art Gravatá já estão comercializando seus brinquedos para uma organização de Comércio Solidário holandesa que distribui para Luxemburgo e Bélgica.
Atualmente o artesão compreende melhor a dinâmica do mercado e que necessitam estar sempre atualizado e oferecendo novos produtos para manter-se no mesmo. As melhorias já podem ser vistas devido a estas exportações, como por exemplo, a elevação da auto estima dos associados e o aumento de renda.
Para fortalecimento de sua capacidade produtiva e ingresso de novos artesãos no programa é necessário recursos para reforma de toda a área produtiva e material de divulgação.

 
 

O Projeto Social amba ®  desenvolvido pela AQUATRO (Organização Não - Governamental) visa ressocializar e capacitar os detentos do Estado de Pernambuco – Brasil, visando sua reinserção ao mercado de trabalho como produtores de artefatos com design para o mercado da ambientação de interior.

Os detentos (20) manufaturam artefatos planejados por Designers e Arquitetos voluntários e o abastecimento da matéria-prima (refugos industriais) se dá através de doações de Empresas parceiras do Projeto, e a comercialização se dá através do Comércio Solidário em parceria com a Visão Mundial.

Sabe-se que existe um mercado que demanda por produtos de ambientação com qualidade e preço justo e, uma população presidiária sem qualificação, mas com potencialidade para formatar artesanato que não exige especialização, nem tecnologia e, por outro aspecto, também existem pessoas ou empresas que buscam produtos originais, corretamente social e ecologicamente sustentável - consumo solidário
Site: www.projetoamba.org

 
 

Localizada às margens do Rio São Francisco na cidade de Pão de Açúcar, Alagoas encontra-se a associação Art Ilha.
A Associação é composta por 42 mulheres que no período da manhã cuidam do lar e à tarde se reúnem na sede para bordar.
O Bordado Boa Noite encanta pela sua beleza e originalidade, além de ser bordado exclusivamente por estas mulheres, sendo aplicados em lençóis de linho, toalhas de lavabo, jogos americanos, toalhas de mesa, dentre outros.
Este grupo é extremamente organizado desde sua produção até a comercialização.
Com a venda deste artesanato as mulheres estão conseguindo aumentar a renda da família e ajudar seus maridos, a maioria agricultores, a ter uma vida mais digna.
Apesar de estarem bem organizados, necessitam de recursos para capital de giro e material de divulgação.

 
 

A  Associação dos Apicultores da Serra do Mel foi fundada em 2001 com a finalidade de fomentar a Apicultura na Serra do Mel e permitir a comercialização do mel de forma organizada.Atualmente a Apismel iniciou o processo de conversão para o sistema orgânico, através do IBD, de seus apiários contando com 30 apicultores em Conversão.
A sede da Associação está localizada na Vila Brasília, na estrada que liga a Vila Brasília com a Vila Pernambuco a cerca de 2 km do centro administrativo do município.

Desde 2003 o Balangandãs Artes exporta regularmente para a Holanda, através de Contrato celebrado entre o CEAS e a Visão Mundial. Hoje, seus produtos estão expostos no catálogo da ÉTICA comércio solidário, e, através desta iniciativa o grupo pretende ampliar suas fronteiras comerciais. A trajetória do Grupo Balangandãs Artes nos mostra o poder realizador e transformador da união de esforços e capacidades em um mundo cada vez mais marcado pela exclusão social. E-mail: balangandas@yahoo.com.br

 
 

O Grupo Balangandãs Artes nasceu no ano de 2000, na cidade de Recife, estado de Pernambuco, da parceria entre seus integrantes e as ONG`s CEAS Urbano – PE e ASAS – Associação de ação Solidária, com o objetivo de proporcionar uma alternativa viável de geração de trabalho e renda para os integrantes do Grupo. A iniciativa tem origem na necessidade dos integrantes em desenvolver uma atividade econômica que aproveitasse suas habilidades artísticas e que pudesse contribuir para atender aos seus interesses de trabalho e interação social.

Nesta perspectiva o grupo aprendeu a produzir máscaras de carnaval à base do papel de jornal, comercializando-as principalmente no período que precede o nosso Carnaval, contribuindo, inclusive, para a preservação do meio ambiente. Desde o seu início o Grupo tem o apoio das organizações parceiras, e, através do CEAS, vem se aperfeiçoando na gestão, na organização e na comercialização de seus produtos. O resultado deste esforço está estampado na excelente qualidade das máscaras, na diversificação de sua produção, na competitividade de seus preços, na elevação da auto estima, da renda e da qualidade de vida de seus integrantes, e no reconhecimento internacional de seus produtos.

Desde 2003 o Balangandãs Artes exporta regularmente para a Holanda, através de Contrato celebrado entre o CEAS e a Visão Mundial. Hoje, seus produtos estão expostos no catálogo da ÉTICA comércio solidário, e, através desta iniciativa o grupo pretende ampliar suas fronteiras comerciais. A trajetória do Grupo Balangandãs Artes nos mostra o poder realizador e transformador da união de esforços e capacidades em um mundo cada vez mais marcado pela exclusão social. E-mail: balangandas@yahoo.com.br

 
 

Composto exclusivamente por mulheres, o Grupo de Artesanato BRASIL NOVO iniciou suas atividades em Dezembro de 2003. Oriundo da comunidade Brasil Novo, no Conjunto Habitacional Muribeca no município de Jaboatão dos Guararapes, estado de Pernambuco, o Grupo tem origem na iniciativa de um grupo de destemidas donas-de-casa preocupadas em melhorar a qualidade de vida de suas famílias com o esforço do próprio trabalho. Motivadas pela fé construída ao longo da militância religiosa e comunitária, decidiram ajudar-se mutuamente e desenvolver uma atividade econômica que lhes permitisse obter renda extra e auto valorização através do trabalho. Com determinação e valendo-se de suas habilidades culinárias e manuais, começaram produzindo doces caseiros, pintura em tecidos, confecções, bolsas, artesanato com retalho de tecidos, arte em biscuit, e até iniciativas com coleta seletiva de materiais recicláveis.

Com o apoio da ONG CEAS Urbano PE, o grupo desenvolveu habilidades em gestão, administração e comercialização, fechando um ciclo de aprendizagem que as colocou em uma posição de produtoras prontas a disputar seu espaço no concorrido mercado do artesanato. Hoje, o grupo tem na qualidade de seus produtos e no modelo de gestão solidária, seu maior orgulho e motivação.

Através de uma parceria entre o CEAS e a Visão Mundial, o Grupo está iniciando uma saudável relação comercial com a Holanda, para onde exporta alguns de seus produtos através da rede de comércio justo representada pela empresa Barbosa do Brasil. O nome do grupo expressa bem o espírito que envolve a vontade e o desejo destas mulheres em contribuir para a construção de uma nova ordem das coisas em sua comunidade e em seu país.

 
 

O município de Serra do Mel no Rio Grande do Norte tem sua origem em um projeto de colonização agrícola da década de 60, desde então tem sido pioneira no beneficiamento artesanal de castanha de caju. Esse foi o contexto que possibilitou o surgimento da organização de produtores e produtoras: A Cooperativa de Beneficiamento Artesanais de Castanha de Caju do Rio Grande do Norte – COOPERCAJU.

Este trabalho atinge hoje um nível de organização que possibilitou a certificação em produção orgânica de um grupo de produtores de castanha. Para isto, vem se realizando um intenso trabalho de capacitação junto aos agricultores para garantir a implementação de práticas adequadas de conservação do solo, incorporação de matéria orgânica, utilização de produtos naturais, entre outras técnicas, visando uma produção sustentável da agricultura em Serra do Mel.

A industrialização da castanha de caju em unidades familiares, é o grande diferencial dos pequenos produtores e produtoras de Serra do Mel dos demais do Nordeste brasileiro. Os produtores de castanha de caju desenvolveram a partir de 1989 uma tecnologia alternativa de sistema de beneficiamento descentralizado de castanha de caju, adaptando a tecnologia industrial para uma mini-industria familiar (unidades familiares). Com base neste trabalho surge a COOPERCAJU. Essa tecnologia tem como base unidades familiares de produção de castanha de caju, que garantem um controle da qualidade de amêndoa, apresentando-se como alternativas para a redução dos problemas de quebras de amêndoas inteiras, sem manchas e de coloração clara, e ainda possibilita a inserção dos pequenos agricultores familiares de castanha de caju no mercado.

 
 

O artesanato é rica expressão da luta do sertanejo para conviver com o semi-árido em suas buscas por um meio de renda para sua família. Os produtos aqui apresentados utilizam matérias-primas renováveis, trabalhadas com técnicas tradicionais que respeitam o meio-ambiente.

O uso de corantes naturais produzidos a partir de resíduos de árvores nativas da região com angico, jurema. São João, Pau-de-colher, barúna e erva de passarinho, reflete esse cuidado. Nesse ofício as mulheres das comunidades rurais de Poço, Recreio, Tanquinho e Retirada recriam sua tradição e garantem o sustendo de suas famílias. Quem compra os produtos do Projeto Fibras do Sertão está contribuindo para a geração de renda e a permanência do homem na região sisaleira com melhores condições de vida .

 
 

Parte da sua finalidade encontra-se no significado do seu nome que é de origem Tupi-Guarani e quer dizer: nascer, florescer, brotar, verdejar. Nestes termos podemos dignificar o empreendimento porque ele em suas ações se dispõe a recuperar jovens e adolescentes de risco através de atividades empreendedoras e educativas que possibilite a sua qualificação profissional para o mercado local e gerar economia para suas famílias.

O OKYRA vem ao longo de sua existência comprometendo-se com melhoria da qualidade de vida das pessoas e das comunidades, transformando lixo em objetos artesanais, a sua missão baseia-se no desenvolvimento sustentável através da preservação do meio ambiente produzindo conhecimentos e disseminando idéias que possibilite a população uma reflexão sobre o espaço da cidade e a reciclagem de resíduos sólidos.

Hoje o OKYRA passa a ser um espaço de referência para pesquisas e estudos para escolas da comunidade e de outras cidades, abrindo seu conhecimento também para escolas privadas que tem compromisso com o meio ambiente.Temos proporcionado através de seminários e palestras uma reflexão sobre a prática da educação ambiental e o papel dos jovens neste contexto.

 
 

O CEBRAIOS (Centro Brasileiro de Informação e Orientação da Saúde Social) – também denominado por Casa Renascer – é uma entidade civil sem fins lucrativos, fundada em 02 de janeiro de 1991, com a missão de “Realizar um trabalho com crianças, adolescentes e mulheres em situação de risco pessoal e social, na perspectiva de gênero, objetivando monitorar e propor nas políticas públicas para contribuir com o fortalecimento da cidadania e de uma sociedade democrática e igualitária”.

Ao longo do tempo a Casa Renascer foi percebendo que não era suficiente tirar as meninas da rua dando-lhes um atendimento especial, mas, que era fundamental buscar alternativas de geração de renda para as meninas e as mães das meninas atendidas pela Casa. É nesse contexto que nasce a Fábrica Escola Renascer, atualmente denominada Unidade de Profissionalização Tecendo Sonhos. Recentemente recebemos o apoio da Misereor para implementar o projeto “Mulheres: Tecendo Redes e Sonhos” – Projeto de profissionalização e geração de renda numa perspectiva de gênero e de uma Economia Solidária.

Esse projeto tem como objetivo contribuir para a geração de renda, o resgate da auto-estima e autodeterminação das mulheres e a superação das desigualdades de gênero, através da profissionalização em produção artesanal de redes e tapetes, da criação de núcleos de produção e da formação em gênero e cidadania, visando à melhoria da qualidade de vida dos grupos beneficiários.

 
 

Sítio Santana é um povoado que pertence ao município de Lamarão, situado a 10 km da sede, próximo à BR 116 e localizado a 177 km de Salvador, capital do estado. Sítio Santana tem como atividade econômica a agricultura e a pecuária e sua situação não difere da maioria das outras localidades do Nordeste do país, localizadas em áreas sob riscos de secas, eu também convivem com a pobreza, analfabetismo, desnutrição, doenças e outros problemas muito comuns a esta população.

A comunidade sobrevive do trabalho como diaristas nas fazendas das redondezas, do cultivo de subsistência (feijão, milho) nos períodos das chuvas quando regulares, e também das vendas de peças artesanais em cerâmica.
A cerâmica do município baiano de Lamarão é feita na localidade de Sítio Santana, por mulheres que seguem uma tradição passada de geração a geração. A atividade contribui como fonte de renda das famílias.
O processo de produção é feito pelas mulheres, que executam todas as tarefas, da coleta e transporte da matéria-prima até a queima, etapa final do processo de produção. Com as mãos estas mulheres dão forma a potes, panelas, tachos e cumbucos.

 
 

O município de Tacaratu, nome indígena que significa “serra de muitas pontas ou cabeças”, localiza-s na região do Sertão do São Francisco, em Pernambuco. A sua povoação teve inicio no final do século XVII.
O artesanato têxtil tem tradição na região, sendo a principal fonte de renda do município. São produtos de excelente qualidade. Arquitetos e decoradores já perceberam a versatilidade dos produtos e fazem uso freqüente dele nas suas criações. Redes, xales para sofá, mantas para cama e jogos americanos compõem ambientes de diversos estilos, dos mais simples aos mais sofisticados.

A capacidade de produção do município, especialmente no distrito de Caraibeiras - com cerca de sete mil habitantes, ganha um grande destaque, absorvendo 85% da mão de obra local. A sua qualidade também valoriza o produto.

 
 

A comunidade de Chão de Estrelas situa-se na periferia de Recife, caracterizada pelo desemprego e sub emprego. As condições de vida precária levaram a um grupo de 15 mulheres após oficina oferecida pela Visão Mundial em parceria com o Centro de Organização Comunitária a criar o Grupo de Mosaico Chão de Estrelas. O grupo se identificou com a arte e atualmente já produzem para comercializar em feiras e eventos em todo o Brasil.

 
 

Localizado em Ouricuri, estado de Pernambuco, o projeto no seu primeiro ano beneficiou 60 adolescentes. Para este ano está prevista a formação de mais 100 jovens.
Neste projeto os jovens são capacitados na produção de porta-retratos, porta cartões, blocos de anotações e porta canetas em madeira.
Com a renda das primeiras vendas, destinadas ao Japão e aos Estados Unidos, muitos jovens já voltaram a sonhar com uma vida mais digna. Alguns já adquiriram animais para criação, alimentos, e até se programam para adquirir uma moto como meio de transporte.
É necessária a construção de mais duas oficinas-escola, para que jovens de localidades próximas possam também ingressar no projeto.

 
 
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